Efeitos do Alho na Prevenção da Obesidade

fevereiro 8th, 2012 por admin No comments »
A prevalência de doenças crônicas não transmissíves vem aumentando em todo o mundo. Com isso, estudos que abordem prevenção e tratamento, seja por meio de medicamentos, alimentação ou demais meios de cuidado, vêm aumentando e ganhando destaque na área da saúde.
De acordo com estudo recente, a diabetes é uma das doenças que ganha destaque em sua prevalência, aumentando a uma taxa alarmante anualmente. Caso não tratada, a diabetes é considerada fator de risco para o desenvolvimento de diversas doenças associadas, causas de morbidade e/ou mortalidade. De acordo com o estudo, o tratamento adequado pode prevenir e reduzir sua prevalência, como a dieta adequada. É relatado ainda o uso de alimentos e plantas medicinais para seu tratamento e assim prevenção de doenças associadas.
Outro estudo já examina os efeitos destes alimentos sobre a saúde, sendo o mesmo desenvolvido para examinar os efeitos do alho sobre o perfil lipídico e taxa de obesidade em ratos. Os ratos foram alimentados com dieta rica em gordura para induzir a obesidade e depois um alimentado com maior quantidade de alho em sua dieta. Estes ratos apresentaram melhoras nos perfis lipídicos, dentre outros parâmetros, sendo sugerido que o alho pode ter um benefício potencial na prevenção da obesidade.
Os dados dos estudos enfatizam a importância da prevenção e tratamento de doenças crônicas, sendo necessárias mais pesquisas nesta área, para que a prevalência destas doenças diminua, aumentando a longevidade e qualidade de vida da popualação.
Fonte: Nutrição em Pauta

A prevalência de doenças crônicas não transmissíves vem aumentando em todo o mundo. Com isso, estudos que abordem prevenção e tratamento, seja por meio de medicamentos, alimentação ou demais meios de cuidado, vêm aumentando e ganhando destaque na área da saúde.

De acordo com estudo recente, a diabetes é uma das doenças que ganha destaque em sua prevalência, aumentando a uma taxa alarmante anualmente. Caso não tratada, a diabetes é considerada fator de risco para o desenvolvimento de diversas doenças associadas, causas de morbidade e/ou mortalidade. De acordo com o estudo, o tratamento adequado pode prevenir e reduzir sua prevalência, como a dieta adequada. É relatado ainda o uso de alimentos e plantas medicinais para seu tratamento e assim prevenção de doenças associadas.

Outro estudo já examina os efeitos destes alimentos sobre a saúde, sendo o mesmo desenvolvido para examinar os efeitos do alho sobre o perfil lipídico e taxa de obesidade em ratos. Os ratos foram alimentados com dieta rica em gordura para induzir a obesidade e depois um alimentado com maior quantidade de alho em sua dieta. Estes ratos apresentaram melhoras nos perfis lipídicos, dentre outros parâmetros, sendo sugerido que o alho pode ter um benefício potencial na prevenção da obesidade.

Os dados dos estudos enfatizam a importância da prevenção e tratamento de doenças crônicas, sendo necessárias mais pesquisas nesta área, para que a prevalência destas doenças diminua, aumentando a longevidade e qualidade de vida da popualação.

Fonte: Nutrição em Pauta

Desenvolvimento de cardápio adequados

fevereiro 7th, 2012 por admin No comments »
Realizar refeição for de casa é um hábito que tem aumentado muito nos últimos anos. O estilo de vida leva a grande parte da população a realizar as refeições fora em restaurantes, próximos aos locais de trabalho.
Esse fato tem sido relacionado ao aumento da obesidade, uma vez que a escolha por alimentos mais gordurosos e muitas vezes menos nutritivos fazem parte da composição da refeição, acompanhado muitas vezes por ingestão de bebidas calóricas, hábitos esses muitas vezes não realizados em casa.
Porém, a preocupação com o aumento da obesidade e doenças crônicas, têm levado á uma preocupação em relação ao consumo alimentar realizado fora de casa.
Sendo assim, estudos recentes desenvolvidos nos Estados Unidos, abordou a população de diferentes estados, verificando a aceitação por descrição da composição nutricional das preparações servidas em restaurantes. De acordo com a pesquisa, as pessoas que se preocupam mais com a qualidade de vida, gostariam que a descrição das preparações viessem acompanhadas de cálculo calórico, fornecendo assim informações para a escolha dos alimentos a serem consumidos.
Essa iniciativa poderia contribuir para a escolha adequada de refeições realizadas pelos consumidores ser aliada na luta contra a obesidade.
Fonte: Nutrição em Pauta

Realizar refeição fora de casa é um hábito que tem aumentado muito nos últimos anos. O estilo de vida leva a grande parte da população a realizar as refeições fora em restaurantes, próximos aos locais de trabalho. Esse fato tem sido relacionado ao aumento da obesidade, uma vez que a escolha por alimentos mais gordurosos e muitas vezes menos nutritivos fazem parte da composição da refeição, acompanhado muitas vezes por ingestão de bebidas calóricas, hábitos esses muitas vezes não realizados em casa. Porém, a preocupação com o aumento da obesidade e doenças crônicas, têm levado á uma preocupação em relação ao consumo alimentar realizado fora de casa. Sendo assim, estudos recentes desenvolvidos nos Estados Unidos, abordou a população de diferentes estados, verificando a aceitação por descrição da composição nutricional das preparações servidas em restaurantes. De acordo com a pesquisa, as pessoas que se preocupam mais com a qualidade de vida, gostariam que a descrição das preparações viessem acompanhadas de cálculo calórico, fornecendo assim informações para a escolha dos alimentos a serem consumidos. Essa iniciativa poderia contribuir para a escolha adequada de refeições realizadas pelos consumidores ser aliada na luta contra a obesidade. Fonte: Nutrição em Pauta

Vitaminas do complexo B como tratamento da hiper-homocisteinemia

fevereiro 6th, 2012 por admin No comments »
A homocisteína é um aminoácido sulfurado produzido intercelularmente pela desmetilação da metionina oriunda da dieta ou de seu catabolismo. A hiper-homocisteinemia é muito discutida no âmbito clínico principalmente quando considerada como fator causal de doenças vasculares.
O mecanismo pelo qual a hiper-homocisteinemia atua como fator de risco para doenças vasculares ainda não está totalmente esclarecido, porém, sugere-se o envolvimento da disfunção endotelial e da peroxidação lipídica. A concentração plasmática de homocisteína é influenciada tanto por fatores nutricionais, tais como o status do ácido fólico e as vitaminas B6 e B12, quanto por fatores hereditários, especialmente ligados às enzimas do metabolismo da metionina e da cisteína.
Estudos indicam que a suplementação com ácido fólico, vitamina B12 e, em alguns casos, com a vitamina B6, acima das concentrações séricas de normalidade poderia ser efetiva na redução da hiper-homocisteinemia moderada.  Sendo assim, estimular o consumo de alimentos fontes dessas vitaminas do complexo B constitui um método simples, eficaz e econômico na prevenção da hiper-homocisteinemia, podendo contribuir para a redução dos riscos de doenças vasculares. Além disso, outra forma terapêutica possível é fundamentada na suplementação com cápsulas ou comprimidos contendo ácido fólico isolado ou em associação com vitaminas B12 e B6.
Fonte: Nutrição em Pauta
A homocisteína é um aminoácido sulfurado produzido intercelularmente pela desmetilação da metionina oriunda da dieta ou de seu catabolismo. A hiper-homocisteinemia é muito discutida no âmbito clínico principalmente quando considerada como fator causal de doenças vasculares.
O mecanismo pelo qual a hiper-homocisteinemia atua como fator de risco para doenças vasculares ainda não está totalmente esclarecido, porém, sugere-se o envolvimento da disfunção endotelial e da peroxidação lipídica. A concentração plasmática de homocisteína é influenciada tanto por fatores nutricionais, tais como o status do ácido fólico e as vitaminas B6 e B12, quanto por fatores hereditários, especialmente ligados às enzimas do metabolismo da metionina e da cisteína.
Estudos indicam que a suplementação com ácido fólico, vitamina B12 e, em alguns casos, com a vitamina B6, acima das concentrações séricas de normalidade poderia ser efetiva na redução da hiper-homocisteinemia moderada.  Sendo assim, estimular o consumo de alimentos fontes dessas vitaminas do complexo B constitui um método simples, eficaz e econômico na prevenção da hiper-homocisteinemia, podendo contribuir para a redução dos riscos de doenças vasculares. Além disso, outra forma terapêutica possível é fundamentada na suplementação com cápsulas ou comprimidos contendo ácido fólico isolado ou em associação com vitaminas B12 e B6.

Consumo de açaí: riscos e benefícios

fevereiro 3rd, 2012 por admin No comments »
O açaí é considerado alimento de alto valor calórico, com elevado percentual de lipídeos, e nutricional, pois é rico em proteínas e minerais. Nas áreas de exploração extrativa, o açaí representa a principal base alimentar da população.
Estudo recente avaliou a aceitação do suco de açaí, levando em conta seus fatores nutricionais, qualidades organolépticas, dentre outros fatores. De acordo com os resultados, houve maior aceitação do suco quando mencionado seus benefícios nutricionais, principalmente os idosos e as mulheres. O restante da população em estudo relatou a preferência do consumo de sucos que sejam mais saborosos.
Outra pesquisa aborda os riscos no consumo de tal fruta, uma vez que seu consumo está associado a doença de Chagas, principalmente na região do Amazonas. A transmissão ocorre nas várias etapas de manipulação do fruto, da colheita até a preparação do suco, através da presença do seu transmissor, conhecido como mosquito barbeiro.
Além de seu alto consumo nas regiões onde é extraído, o açaí é largamente consumido nas demais regiões, devido, principalmente á suas qualidades nutricionais.
De acordo com os dados dos estudos, o consumo do açaí vem aumentando em todo o Brasil, fazendo com que seja de extrema urgência a aplicação de práticas em sua manipulação e produção de seus derivados, assim como sucos, que evitem o risco de contaminação e propagação da doença de Chagas, a qual é de extrema severidade.
Incentivos que façam com que o consumo desse alimento, que é de importante qualidade nutricional devem ser realizados, incluindo as áreas de menor acesso e recursos, que são justamente os locais de maior produção da fruta. Sendo assim, técnicas como pasteurização e congelamento devem ser difundidas para que seja possível aproveitar as qualidades nutricionais do açaí, sem o risco de contrair doenças.
Fontes:

O açaí é considerado alimento de alto valor calórico, com elevado percentual de lipídeos, e nutricional, pois é rico em proteínas e minerais. Nas áreas de exploração extrativa, o açaí representa a principal base alimentar da população.

Estudo recente avaliou a aceitação do suco de açaí, levando em conta seus fatores nutricionais, qualidades organolépticas, dentre outros fatores. De acordo com os resultados, houve maior aceitação do suco quando mencionado seus benefícios nutricionais, principalmente os idosos e as mulheres. O restante da população em estudo relatou a preferência do consumo de sucos que sejam mais saborosos.

Outra pesquisa aborda os riscos no consumo de tal fruta, uma vez que seu consumo está associado a doença de Chagas, principalmente na região do Amazonas. A transmissão ocorre nas várias etapas de manipulação do fruto, da colheita até a preparação do suco, através da presença do seu transmissor, conhecido como mosquito barbeiro.

Além de seu alto consumo nas regiões onde é extraído, o açaí é largamente consumido nas demais regiões, devido, principalmente á suas qualidades nutricionais.

De acordo com os dados dos estudos, o consumo do açaí vem aumentando em todo o Brasil, fazendo com que seja de extrema urgência a aplicação de práticas em sua manipulação e produção de seus derivados, assim como sucos, que evitem o risco de contaminação e propagação da doença de Chagas, a qual é de extrema severidade.

Incentivos que façam com que o consumo desse alimento, que é de importante qualidade nutricional devem ser realizados, incluindo as áreas de menor acesso e recursos, que são justamente os locais de maior produção da fruta. Sendo assim, técnicas como pasteurização e congelamento devem ser difundidas para que seja possível aproveitar as qualidades nutricionais do açaí, sem o risco de contrair doenças.

Fonte: Nutrição em Pauta

Cuidados nutricionais e gestação

fevereiro 2nd, 2012 por admin No comments »
A boa nutrição depende de uma dieta regular e equilibrada, ou seja, é preciso fornecer ao corpo não só a quantidade como também a variedade adequada de substâncias importantes para seu bom funcionamento.
Há fases na vida em que a boa nutrição é essencial, devido ao estado fisiológico e ás necessidades nutricionais aumentadas, como é o caso da nutrição durante a gestação.
Pesquisa recente foi conduzido com o objetivo de explorar a qualidade nutricional e o nível psico-social durante as primeiras semanas de gestação de um grupo em estudo, de mulheres entre 19 e 31 anos de idade, em sua primeira gestação. O estudo premitiu identificar as mulheres que não possuiam uma alimentação adequada, as quais estavam relacionadas e presença de depressão durante a gestação. O estudo indica ainda que através dos resultados é possível identificar as mulheres que necessitam de maiores cuidados durante a gestação.
Em relação ao consumo alimentar, pesquisa recente avaliou a associação entre o uso de ferro profilático ou terapêutico com nascimento pré-termo e baixo peso ao nascer. Os resultados sugerem que o uso de ferro até a 28ª semana de gestação não diminui o risco de nascimento pré-termo, baixo peso ao nascer e muito baixo peso ao nascer.
Sendo assim, a boa alimentação se faz necessária em todas as fases da vida, para garantir o estado nutricional durante fases em que os requerimentos são maiores, diminuindo complicações e comprometimentos á saúde em períodos como a gestação.
Fonte: Nutrição em Pauta

A boa nutrição depende de uma dieta regular e equilibrada, ou seja, é preciso fornecer ao corpo não só a quantidade como também a variedade adequada de substâncias importantes para seu bom funcionamento.

Há fases na vida em que a boa nutrição é essencial, devido ao estado fisiológico e ás necessidades nutricionais aumentadas, como é o caso da nutrição durante a gestação.

Pesquisa recente foi conduzido com o objetivo de explorar a qualidade nutricional e o nível psico-social durante as primeiras semanas de gestação de um grupo em estudo, de mulheres entre 19 e 31 anos de idade, em sua primeira gestação. O estudo premitiu identificar as mulheres que não possuiam uma alimentação adequada, as quais estavam relacionadas e presença de depressão durante a gestação. O estudo indica ainda que através dos resultados é possível identificar as mulheres que necessitam de maiores cuidados durante a gestação.

Em relação ao consumo alimentar, pesquisa recente avaliou a associação entre o uso de ferro profilático ou terapêutico com nascimento pré-termo e baixo peso ao nascer. Os resultados sugerem que o uso de ferro até a 28ª semana de gestação não diminui o risco de nascimento pré-termo, baixo peso ao nascer e muito baixo peso ao nascer.

Sendo assim, a boa alimentação se faz necessária em todas as fases da vida, para garantir o estado nutricional durante fases em que os requerimentos são maiores, diminuindo complicações e comprometimentos á saúde em períodos como a gestação.

Fonte: Nutrição em Pauta

Consumo de frutas como estratégia para a perda de peso

fevereiro 1st, 2012 por admin No comments »
A recomendação dietética para indivíduos com sobrepeso e obesidade refere-se a dietas balanceadas com poucas calorias. Componentes determinantes para o sucesso da perda de peso são: redução no consumo de alimentos hipercalóricos e aumento no consumo de fibras com o intuito de reduzir a ingestão energética diária. Os efeitos de dietas reduzidas em calorias e gorduras e ricas em fibras sobre a perda de peso têm sido documentadas, mas poucos estudos têm focado efeitos específicos de grupos alimentares sobre o peso corporal isolado. Embora especialistas concordem sobre a importância do consumo de frutas e verduras como um ingrediente indispensável para uma dieta saudável, questões com relação ao peso corporal ainda precisam ser esclarecidas. Frutas e vegetais podem exercer diferentes efeitos sobre o peso corporal, mas para avaliar o efeito consumo dos mesmos separadamente sobre o peso corporal e a perda de peso em 77 indivíduos com obesidade e sobrepeso, pesquisadores anotaram o consumo alimentar, peso corporal e eventos fisiológicos nos tempos antes, após 3 e 6 meses de intervenção.
O consumo de vegetais e frutas diferiu com relação às suas associações com peso corporal (PC) e perda de peso. Embora o consumo de vegetais tenha aumentado como resultado da intervenção, o consumo de frutas não. Contudo, apenas o consumo de frutas foi associado ao índice de massa corporal (IMC), mostrando uma relação inversa com o PC (r = – 0,27 a – 0,44). A relação entre o consumo de frutas e o PC permaneceu significativa mesmo após correção para idade, gênero, nível de atividade física e consumo diário de macronutrientes. Além disso, o aumento no consumo de frutas foi associado com perda de peso subseqüente, após controle para as variáveis descritas acima.
Estes resultados indicam uma contribuição importante do consumo de frutas para o manejo do PC e sugere uma possível separação dos efeitos observados para frutas e verduras.
Fonte: Nutrição em Pauta

A recomendação dietética para indivíduos com sobrepeso e obesidade refere-se a dietas balanceadas com poucas calorias. Componentes determinantes para o sucesso da perda de peso são: redução no consumo de alimentos hipercalóricos e aumento no consumo de fibras com o intuito de reduzir a ingestão energética diária. Os efeitos de dietas reduzidas em calorias e gorduras e ricas em fibras sobre a perda de peso têm sido documentadas, mas poucos estudos têm focado efeitos específicos de grupos alimentares sobre o peso corporal isolado. Embora especialistas concordem sobre a importância do consumo de frutas e verduras como um ingrediente indispensável para uma dieta saudável, questões com relação ao peso corporal ainda precisam ser esclarecidas. Frutas e vegetais podem exercer diferentes efeitos sobre o peso corporal, mas para avaliar o efeito consumo dos mesmos separadamente sobre o peso corporal e a perda de peso em 77 indivíduos com obesidade e sobrepeso, pesquisadores anotaram o consumo alimentar, peso corporal e eventos fisiológicos nos tempos antes, após 3 e 6 meses de intervenção.

O consumo de vegetais e frutas diferiu com relação às suas associações com peso corporal (PC) e perda de peso. Embora o consumo de vegetais tenha aumentado como resultado da intervenção, o consumo de frutas não. Contudo, apenas o consumo de frutas foi associado ao índice de massa corporal (IMC), mostrando uma relação inversa com o PC (r = – 0,27 a – 0,44). A relação entre o consumo de frutas e o PC permaneceu significativa mesmo após correção para idade, gênero, nível de atividade física e consumo diário de macronutrientes. Além disso, o aumento no consumo de frutas foi associado com perda de peso subseqüente, após controle para as variáveis descritas acima.

Estes resultados indicam uma contribuição importante do consumo de frutas para o manejo do PC e sugere uma possível separação dos efeitos observados para frutas e verduras.

Fonte: Nutrição em Pauta

Alimentação em hospitais

janeiro 31st, 2012 por admin No comments »
Alimentação em hospitais
A alimentação no hospital deve atender as necessidades dos pacientes, levando em conta suas preferências e restrições alimentares, com o objetivo de recuperar e manter o estado nutricional adequado, contribuindo para a melhora do estado geral e recuperação do paciente.
Em estudo recente, foi realizado um controle de qualidade dos alimentos, sendo avaliada a evolução do serviço de alimentação e composição nutricional das dietas hospitalares, comparando os resultados de 1999 e 2008. De acordo com os resultados, a proporção de pacientes desnutridos manteve-se inalterada. No ano de 1999 comparando com 2008, os pacientes apresentaram Índice de Massa Corpórea elevado, falta de fornecimento de suplementos orais e baixa qualidade nutricionais das refeições servidas associados com insuficente suprimento das necesseidades dos pacientes. Em 2008, houve melhoria da qualidade e aumento do fornecimento dos suplementos orais, sendo relacionado a um menor risco de desnutrição em pacientes hospitalizados.
Outra pesquisa avaliou a qualidade da alimentação de idosos na transição da alta hospitalar para casa. De acordo com os resultados, a maioria das famílias apresentou boa variedade dos alimentos, porém 20,0% dos domicílios não tinham frutas fescas, 15,0% não possuiam vegetais frescos e 3,5% não tinham carnes. Verificou-se que 35,0% da amostra relataram incapacidade de realizar as compras e de preparar as refeições.
Os dados dos estudos enfatizam a importâcia de melhorar a qualidade da alimentação em ambientes hospitalares e o acompanhamento nutricional após a alta hospitalar, principalmente em grupos que possam apresentar maior dificuldade em se alimentar de forma adequada, assim como os idosos.
Fonte: Nutrição em Pauta

A alimentação no hospital deve atender as necessidades dos pacientes, levando em conta suas preferências e restrições alimentares, com o objetivo de recuperar e manter o estado nutricional adequado, contribuindo para a melhora do estado geral e recuperação do paciente.

Em estudo recente, foi realizado um controle de qualidade dos alimentos, sendo avaliada a evolução do serviço de alimentação e composição nutricional das dietas hospitalares, comparando os resultados de 1999 e 2008. De acordo com os resultados, a proporção de pacientes desnutridos manteve-se inalterada. No ano de 1999 comparando com 2008, os pacientes apresentaram Índice de Massa Corpórea elevado, falta de fornecimento de suplementos orais e baixa qualidade nutricionais das refeições servidas associados com insuficente suprimento das necesseidades dos pacientes. Em 2008, houve melhoria da qualidade e aumento do fornecimento dos suplementos orais, sendo relacionado a um menor risco de desnutrição em pacientes hospitalizados.

Outra pesquisa avaliou a qualidade da alimentação de idosos na transição da alta hospitalar para casa. De acordo com os resultados, a maioria das famílias apresentou boa variedade dos alimentos, porém 20,0% dos domicílios não tinham frutas fescas, 15,0% não possuiam vegetais frescos e 3,5% não tinham carnes. Verificou-se que 35,0% da amostra relataram incapacidade de realizar as compras e de preparar as refeições.

Os dados dos estudos enfatizam a importâcia de melhorar a qualidade da alimentação em ambientes hospitalares e o acompanhamento nutricional após a alta hospitalar, principalmente em grupos que possam apresentar maior dificuldade em se alimentar de forma adequada, assim como os idosos.

Fonte: Nutrição em Pauta

Transição nutricional

janeiro 30th, 2012 por admin No comments »
A taxa de desnutrição sempre foi um problema de saúde pública, principalmente em países subdesenvolvidos, onde há dificuldade ao acesso de alimentos. Por outro lado, a obesidade é um fator de risco grave e presente principalmente nas populações de alta renda, principalmente nos países ricos e desenvolvidos.
Porém, atualmente o Brasil, assim como outros países em desenvolvimento, convivem com a transição nutricional, onde a desnutrição dá lugar á obesidade, determinada frequentemente pela má-alimentação.
De acordo com pesquisas recentes, há a tendência contínua de redução da desnutrição no país, associada ao aumento do excesso de peso em diferentes fases da vida.
O acesso á alimentos calóricos aumentou nas últimas décadas, fazendo com que a obesidade aumente entre a população, ao mesmo tempo que a desnutrição diminua.
Porém a qualidade da alimentação, pode fazer com que os indivíduos não sejam mais classificados como desnutridos, aumentando a incidência da obesidade, porém, devido á má qualidade dos alimentos consumidos, ocorrem deficiências nutricionais graves.
Sendo assim, o perfil nutricional deve ser monitorado, permitindo ações de promoção á saúde, desde o início da vida, orientando para uma alimentação com mais qualidade, que atenda as necessidades nutricionais, com o objetivo de conquistar o estado nutricional adequado sem deficiências nutricionais.
Fonte: Nutrição em Pauta
A taxa de desnutrição sempre foi um problema de saúde pública, principalmente em países subdesenvolvidos, onde há dificuldade ao acesso de alimentos. Por outro lado, a obesidade é um fator de risco grave e presente principalmente nas populações de alta renda, principalmente nos países ricos e desenvolvidos.
Porém, atualmente o Brasil, assim como outros países em desenvolvimento, convivem com a transição nutricional, onde a desnutrição dá lugar á obesidade, determinada frequentemente pela má-alimentação.
De acordo com pesquisas recentes, há a tendência contínua de redução da desnutrição no país, associada ao aumento do excesso de peso em diferentes fases da vida.
O acesso á alimentos calóricos aumentou nas últimas décadas, fazendo com que a obesidade aumente entre a população, ao mesmo tempo que a desnutrição diminua.
Porém a qualidade da alimentação, pode fazer com que os indivíduos não sejam mais classificados como desnutridos, aumentando a incidência da obesidade, porém, devido á má qualidade dos alimentos consumidos, ocorrem deficiências nutricionais graves.
Sendo assim, o perfil nutricional deve ser monitorado, permitindo ações de promoção á saúde, desde o início da vida, orientando para uma alimentação com mais qualidade, que atenda as necessidades nutricionais, com o objetivo de conquistar o estado nutricional adequado sem deficiências nutricionais.

Controle de qualidade de bebidas

janeiro 27th, 2012 por admin No comments »
O controle de qualidade de alimentos e bebidas é obtido a partir da qualidade dos produtos utilizados, higiene da manipulação e produção dos produtos e pode ser auxiliada pela adição de conservantes e produtos que melhorem sua qualidade final, dependendo do objetivo da produção.
Estudo recente avaliou as concentrações de ácido L-ascórbico em produtos lácteos diversos, bem como avaliar o efeito do tempo de armazenamento de ácido L-ascórbico em leite. De acordo com os resultados, o leite pasteurizado apresentou níveis mais altos de L-ascórbico do que o leite UHT. Além disso, foi identificado que o aumento do tempo de armazenamento do leite está relacionado à diminuição da concentração de ácido L-ascórbico nas amostras avaliadas.
Outro estudo avaliou o tratamento para inativar microrganismos aeróbios, leveduras e bolores em sucos cítricos. De acordo com os resultados, com a aplicação de tratamentos para controle de qualidade, podem-se manter os atributos físicos e a qualidade do suco, aumentando sua vida útil e segurança.
Sendo assim, as indústrias de alimentos devem investir em técnicas que colaborem com o controle de qualidade, uma vez que os resultados de sua aplicação têm demonstrado resultados positivos no produto final, garantindo a qualidade e segurança alimentar.
Fonte:

O controle de qualidade de alimentos e bebidas é obtido a partir da qualidade dos produtos utilizados, higiene da manipulação e produção dos produtos e pode ser auxiliada pela adição de conservantes e produtos que melhorem sua qualidade final, dependendo do objetivo da produção.

Estudo recente avaliou as concentrações de ácido L-ascórbico em produtos lácteos diversos, bem como avaliar o efeito do tempo de armazenamento de ácido L-ascórbico em leite. De acordo com os resultados, o leite pasteurizado apresentou níveis mais altos de L-ascórbico do que o leite UHT. Além disso, foi identificado que o aumento do tempo de armazenamento do leite está relacionado à diminuição da concentração de ácido L-ascórbico nas amostras avaliadas.

Outro estudo avaliou o tratamento para inativar microrganismos aeróbios, leveduras e bolores em sucos cítricos. De acordo com os resultados, com a aplicação de tratamentos para controle de qualidade, podem-se manter os atributos físicos e a qualidade do suco, aumentando sua vida útil e segurança.

Sendo assim, as indústrias de alimentos devem investir em técnicas que colaborem com o controle de qualidade, uma vez que os resultados de sua aplicação têm demonstrado resultados positivos no produto final, garantindo a qualidade e segurança alimentar.

Fonte: Nutrição em Pauta

Cirurgia Bariátrica

janeiro 26th, 2012 por admin No comments »
A cirurgia bariátrica é indicada em casos de obesidade mórbida, quando as tentativas como dietas e medicamentos não foram capazes de diminuir o peso, o qual em excesso é fator de risco para o desenvolvimento de diversas doenças, sendo a redução do peso necessária para melhorar a saúde e qualidade de vida entre os obesos.
De acordo com pesquisa recente, a cirurgia bariátrica é o meio mais eficaz de atingir a perda de peso e sua manutenção para obesos mórbidos, porém as alterações causadas no sistema digestório e o consumo alimentar podem gerar problemas nutricionais. De acordo com os resultados, a suplementação de micronutrientes foi viável entre os pacientes estudados. Deficiências de vitamina B, D, ferro e ácido fólico foram registradas e problemas com intolerâncias alimentares foram detectadas como comuns. A maioria dos pacientes estava satisfeito com o procedimento, mas muitos reconheceram que não haviam resolvido seus problemas em relação ao consumo de alimentos, havendo insatisfação com a intervenção dietética.
Outro estudo aborda dados recentes sobre condições psicológicas que podem ter impacto nos resultados da cirurgia bariátrica. De acordo com os dados do estudo, um atendimento multidisciplinar antes e depois da cirurgia, mostrou resultados positivos em relação à perda e manutenção do peso a longo prazo.
Os dados dos estudos evidenciam a importância do trabalho multidisciplinar no tratamento dos pacientes com obesidade mórbida submentidos à cirurgia bariátrica, sendo necessário acompanhamento antes e após a cirurgia, paraque se obtenha resultados satisfatórios.
Fonte: Nutrição em Pauta
A cirurgia bariátrica é indicada em casos de obesidade mórbida, quando as tentativas como dietas e medicamentos não foram capazes de diminuir o peso, o qual em excesso é fator de risco para o desenvolvimento de diversas doenças, sendo a redução do peso necessária para melhorar a saúde e qualidade de vida entre os obesos.
De acordo com pesquisa recente, a cirurgia bariátrica é o meio mais eficaz de atingir a perda de peso e sua manutenção para obesos mórbidos, porém as alterações causadas no sistema digestório e o consumo alimentar podem gerar problemas nutricionais. De acordo com os resultados, a suplementação de micronutrientes foi viável entre os pacientes estudados. Deficiências de vitamina B, D, ferro e ácido fólico foram registradas e problemas com intolerâncias alimentares foram detectadas como comuns. A maioria dos pacientes estava satisfeito com o procedimento, mas muitos reconheceram que não haviam resolvido seus problemas em relação ao consumo de alimentos, havendo insatisfação com a intervenção dietética.
Outro estudo aborda dados recentes sobre condições psicológicas que podem ter impacto nos resultados da cirurgia bariátrica. De acordo com os dados do estudo, um atendimento multidisciplinar antes e depois da cirurgia, mostrou resultados positivos em relação à perda e manutenção do peso a longo prazo.
Os dados dos estudos evidenciam a importância do trabalho multidisciplinar no tratamento dos pacientes com obesidade mórbida submentidos à cirurgia bariátrica, sendo necessário acompanhamento antes e após a cirurgia, paraque se obtenha resultados satisfatórios.

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