Curso via EAD da UNASUS – Ações para controle da tuberculose na Atenção Básica

fevereiro 8th, 2012 por admin No comments »

A Universidade Aberta do SUS oferece aos gestores e trabalhadores um amplo conjunto de oportunidades de aprendizado disponíveis em todo território nacional, o que é possível graças a modalidade educação a distância.

Para alcançar essas metas, a UNA-SUS constituiu uma rede de universidades e instituições educacionais credenciadas para oferecer cursos a distância.
Entre os cursos está:
Ações para controle da tuberculose na Atenção Básica
Descrição do Curso
Esse curso é resultado de uma parceria entre o Ministério da Saúde e a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS). O objetivo da iniciativa é fazer com que médicos e enfermeiros de toda a rede básica do país (de centros de saúde, de postos de saúde e das equipes de saúde da família) aprendam a diagnosticar casos de tuberculose, manejar corretamente e promover atividades de detecção, controle e busca de contatos. A capacitação dos profissionais possibilitará uma redução ainda maior da incidência e da mortalidade pela doença.
Apesar dos grandes avanços que tivemos nos últimos anos, a tuberculose ainda é um grande problema de saúde pública em nosso país. A manutenção do problema acontece, entre outros motivos, porque menos de 60% dos casos são diagnosticados na atenção básica. Ainda é muito frequente no Brasil, infelizmente, que casos de tuberculose só sejam diagnosticados nos prontos-socorros e nas unidades de pronto atendimento (UPAs), quando o paciente já apresenta um quadro mais grave.
O diagnóstico precoce é o primeiro passo para a redução da mortalidade por tuberculose, que ainda é relativamente alta em nosso país. O segundo passo está relacionado ao atendimento: o vínculo entre paciente e atenção básica vai aumentar muito as chances de que ele complete o tratamento, atingindo um percentual de cura elevado. Esta é outra grande estratégia para reduzir a incidência da tuberculose.
Por último, nas ações de vigilância, é importante a realização da busca de contatos. Onde existe um caso de tuberculose, seja no ambiente familiar, no ambiente do trabalho, no ambiente de convivência, provavelmente existem outros casos de tuberculose. Encontrá-los, diagnosticar precocemente e tratá-los significa interromper a cadeia de transmissão e fazer com que a tuberculose se reduza ainda mais no Brasil.
O curso  é composto por módulos, totalmente auto-instrutivo, não há tutores, a pessoa faz diretamente pela internet. Nós acreditamos que ele vai ajudar muito a qualificar a nossa atenção básica, pois oferecerá os conhecimentos necessários para manejar, diagnosticar e tratar um caso de tuberculose.  Assim, esperamos aperfeiçoar ainda mais as ações do nosso programa de tuberculose.
Jarbas Barbosa
Secretário de Vigilância em Saúde – Ministério da Saúde
O conteúdo do Curso é de responsabilidade da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS).
Acesse o site da UNASUS.gob.br e não perca esta oportunidade.
UNASUS
A Universidade Aberta do SUS oferece aos gestores e trabalhadores um amplo conjunto de oportunidades de aprendizado disponíveis em todo território nacional, o que é possível graças a modalidade educação a distância.
Para alcançar essas metas, a UNA-SUS constituiu uma rede de universidades e instituições educacionais credenciadas para oferecer cursos a distância.
Entre os cursos está:
Ações para controle da tuberculose na Atenção Básica
Descrição do Curso
Esse curso é resultado de uma parceria entre o Ministério da Saúde e a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS). O objetivo da iniciativa é fazer com que médicos e enfermeiros de toda a rede básica do país (de centros de saúde, de postos de saúde e das equipes de saúde da família) aprendam a diagnosticar casos de tuberculose, manejar corretamente e promover atividades de detecção, controle e busca de contatos. A capacitação dos profissionais possibilitará uma redução ainda maior da incidência e da mortalidade pela doença.
Apesar dos grandes avanços que tivemos nos últimos anos, a tuberculose ainda é um grande problema de saúde pública em nosso país. A manutenção do problema acontece, entre outros motivos, porque menos de 60% dos casos são diagnosticados na atenção básica. Ainda é muito frequente no Brasil, infelizmente, que casos de tuberculose só sejam diagnosticados nos prontos-socorros e nas unidades de pronto atendimento (UPAs), quando o paciente já apresenta um quadro mais grave.
O diagnóstico precoce é o primeiro passo para a redução da mortalidade por tuberculose, que ainda é relativamente alta em nosso país. O segundo passo está relacionado ao atendimento: o vínculo entre paciente e atenção básica vai aumentar muito as chances de que ele complete o tratamento, atingindo um percentual de cura elevado. Esta é outra grande estratégia para reduzir a incidência da tuberculose.
Por último, nas ações de vigilância, é importante a realização da busca de contatos. Onde existe um caso de tuberculose, seja no ambiente familiar, no ambiente do trabalho, no ambiente de convivência, provavelmente existem outros casos de tuberculose. Encontrá-los, diagnosticar precocemente e tratá-los significa interromper a cadeia de transmissão e fazer com que a tuberculose se reduza ainda mais no Brasil.
O curso  é composto por módulos, totalmente auto-instrutivo, não há tutores, a pessoa faz diretamente pela internet. Nós acreditamos que ele vai ajudar muito a qualificar a nossa atenção básica, pois oferecerá os conhecimentos necessários para manejar, diagnosticar e tratar um caso de tuberculose.  Assim, esperamos aperfeiçoar ainda mais as ações do nosso programa de tuberculose.
Jarbas Barbosa
Secretário de Vigilância em Saúde – Ministério da Saúde
O conteúdo do Curso é de responsabilidade da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS).
Acesse o site da UNASUS.gob.br e não perca esta oportunidade.
UNASUA Universidade Aberta do SUS oferece aos gestores e trabalhadores um amplo conjunto de oportunidades de aprendizado disponíveis em todo território nacional, o que é possível graças a modalidade educação a distância.

Para alcançar essas metas, a UNA-SUS constituiu uma rede de universidades e instituições educacionais credenciadas para oferecer cursos a distância.

Entre os cursos está:

Ações para controle da tuberculose na Atenção Básica

Descrição do Curso

Esse curso é resultado de uma parceria entre o Ministério da Saúde e a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS). O objetivo da iniciativa é fazer com que médicos e enfermeiros de toda a rede básica do país (de centros de saúde, de postos de saúde e das equipes de saúde da família) aprendam a diagnosticar casos de tuberculose, manejar corretamente e promover atividades de detecção, controle e busca de contatos. A capacitação dos profissionais possibilitará uma redução ainda maior da incidência e da mortalidade pela doença.

Apesar dos grandes avanços que tivemos nos últimos anos, a tuberculose ainda é um grande problema de saúde pública em nosso país. A manutenção do problema acontece, entre outros motivos, porque menos de 60% dos casos são diagnosticados na atenção básica. Ainda é muito frequente no Brasil, infelizmente, que casos de tuberculose só sejam diagnosticados nos prontos-socorros e nas unidades de pronto atendimento (UPAs), quando o paciente já apresenta um quadro mais grave.

O diagnóstico precoce é o primeiro passo para a redução da mortalidade por tuberculose, que ainda é relativamente alta em nosso país. O segundo passo está relacionado ao atendimento: o vínculo entre paciente e atenção básica vai aumentar muito as chances de que ele complete o tratamento, atingindo um percentual de cura elevado. Esta é outra grande estratégia para reduzir a incidência da tuberculose.

Por último, nas ações de vigilância, é importante a realização da busca de contatos. Onde existe um caso de tuberculose, seja no ambiente familiar, no ambiente do trabalho, no ambiente de convivência, provavelmente existem outros casos de tuberculose. Encontrá-los, diagnosticar precocemente e tratá-los significa interromper a cadeia de transmissão e fazer com que a tuberculose se reduza ainda mais no Brasil.

O curso  é composto por módulos, totalmente auto-instrutivo, não há tutores, a pessoa faz diretamente pela internet. Nós acreditamos que ele vai ajudar muito a qualificar a nossa atenção básica, pois oferecerá os conhecimentos necessários para manejar, diagnosticar e tratar um caso de tuberculose.  Assim, esperamos aperfeiçoar ainda mais as ações do nosso programa de tuberculose.

Jarbas Barbosa

Secretário de Vigilância em Saúde – Ministério da Saúde

O conteúdo do Curso é de responsabilidade da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS).

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Fonte: Enfermagem Atualizada

Saúde mobiliza jovens gays na prevenção à aids

fevereiro 7th, 2012 por admin No comments »

Os jovens gays, de 15 a 24 anos, são o principal foco da campanha do Ministério da Saúde para o Carnaval deste ano. A ação dá prosseguimento ao tema lançado no Dia Mundial de Luta contra a Aids, em 1º de dezembro. De 1998 a 2010, o percentual de casos na população heterossexual de 15 a 24 anos caiu 20,1%. Entre os gays da mesma faixa etária, no entanto, houve aumento de 10,1%, conforme último boletim divulgado. “Embora as atividades de prevenção ocorram durante todo o ano, em um processo contínuo, o momento da campanha do carnaval é importante. Vamos chamar a atenção para a saúde em situações e momentos específicos nessa grande festa que é o carnaval brasileiro”, ressalta o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

A campanha, que será lançada nesta quinta-feira, também traz materiais para o público geral e uma chamada inédita para travestis. O conceito da campanha será: “Na empolgação pode rolar de tudo. Só não rola sem camisinha. Tenha sempre a sua”. Ela será veiculada em dois momentos: a partir do dia 2, antecipando o carnaval com alertas para o uso responsável do preservativo e, no período pós-festa, a partir do final de fevereiro, com a promoção do diagnóstico e a conscientização da necessidade da realização do teste. “A grande novidade do carnaval deste ano é um pôster dirigido às travestis. É primeira vez que o Ministério da Saúde apresenta um material específico para esse público na campanha de carnaval” ressalta Dirceu Greco, Diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Outros dois pôsteres direcionam-se aos jovens gays e à população heterossexual. Os filmes a serem transmitidos pela TV e internet apresentam situações em que os públicos-alvos da campanha: homens gays jovens e um casal heterossexual encontram-se prestes a ter relações sexuais sem camisinha. Em ambos os filmes, surgem personagens fantasiosos – uma fadinha, no caso do filme do casal gay, e um siri, no casal heterossexual – com uma camisinha. Ao final, em ambos os vídeos é apresentada a mensagem: “Na empolgação rola de tudo. Só não rola sem camisinha. Tenha sempre a sua.” Para ver as peças da campanha, acesse o link http://www.aids.gov.br/campanhas/2012/carnaval.

TEMA - A campanha de carnaval deste ano dá prosseguimento à Campanha do 1º de Dezembro Dia Mundial de Luta contra a Aids, quando os jovens gays de 15 a 24 anos foram indicados como público prioritário. O Boletim Epidemiológico DST/Aids divulgado em dezembro do ano passado mostra que a epidemia tem crescido nessa população nos últimos anos. De 1998 a 2010, o percentual de casos na população heterossexual de 15 a 24 anos caiu 20,1%. Entre os gays da mesma faixa etária, no entanto, houve aumento de 10,1%. No ano passado, para cada 16 homossexuais dessa faixa etária vivendo com aids, havia 10 heterossexuais. Essa relação, em 1998, era de 12 para 10. Na população geral de 15 a 24 anos, entre 1980 e 2011, foram diagnosticados 66.698 casos de aids, sendo 38.045 no sexo masculino (57%) e 28.648 no sexo feminino (43%). O total equivale a 11% do total de casos de aids notificados no Brasil desde o início da epidemia.

AÇÕES REGIONAIS – Em paralelo à campanha de mídia nacional, uma série de ações de mobilização e testagem serão realizadas em oito cidades tradicionais: Salvador/BA, Olinda/PE, Recife/PE, Rio de Janeiro/RJ, São Paulo/SP, Florianópolis/SC, Belo Horizonte/MG e Diamantina/MG. Nas cidades de Olinda, Recife e Salvador, postos do Fique Sabendo irão oferecer testagem para a população em pontos estratégicos da festa. Em São Paulo, a mobilização de incentivo à testagem acontecerá antes e após o carnaval.

PRÊMIO CAZUZA
– No mesmo evento, serão entregues os prêmios aos primeiros colocados no 1º Prêmio Cazuza de Vídeo. Promovido pela Sociedade Viva Cazuza em parceria com o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde e o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV e Aids (UNAIDS), o concurso teve como objetivo fazer com que a prevenção do HIV/Aids fosse pensada e discutida por jovens, buscando uma linguagem que atingisse de maneira eficiente esse público. Os três melhores vídeos, escolhidos por um júri composto por pessoas reconhecidas na área, ficarão disponíveis nas redes sociais da Viva Cazuza e dos parceiros, com intuito de dar maior visibilidade aos vencedores. O vídeo vencedor será veiculado em canal de TV na campanha do carnaval 2012. Os vídeos selecionados serão utilizados na campanha de prevenção ao vírus HIV do Carnaval 2012, promovida pela Viva Cazuza em parceria com a UNAIDS e com o Departamento de HIV/AIDS do Ministério da Saúde, e devem guardar relação com o tema prevenção do HIV/Aids, buscando difundir informações sobre os meios de prevenção e estimular o uso de preservativos durante o carnaval. Os três vencedores ganham um notebook cada, além da divulgação dos trabalhos no site da Viva Cazuza e dos parceiros.
Fonte: Enfermagem Atualizada

Plantas contra tuberculose

fevereiro 6th, 2012 por admin No comments »
Agência FAPESP – A tuberculose figura no rol das chamadas doenças negligenciadas, ainda que um terço da população mundial esteja infectada pelo bacilo de Koch, seu agente causador, e que a doença mate quase 2 milhões de pessoas anualmente.
Após mais de 50 anos sem o surgimento de novas drogas contra a tuberculose, uma substância extraída do óleo da copaíba (Copaifera sp), planta originária da Amazônia, poderá vir a ser a base de um fitomedicamento a ser usado no tratamento da doença.
O princípio ativo, identificado e isolado, mostrou ser eficaz e apresentou atividade antibacteriana em testes in vitro – feitos em macrófagos (células que fagocitam elementos estranhos ao corpo) infectados – e in vivo, em camundongos.
O estudo, conduzido pela equipe de Maria das Graças Henriques, do Laboratório de Farmacologia Aplicada do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) da Fundação Oswaldo Cruz, encontra-se na etapa chamada de toxicologia aguda. O trabalho é feito em parceria com pesquisadores do Departamento de Farmácia da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto.
Reconhecida como planta medicinal, a copaíba começou a ser pesquisada por sua ação anti-inflamatória. “Isolamos um dos princípios presentes e vimos que ele tinha atividade contra a tuberculose. Fizemos isso por curiosidade, uma vez que estávamos pensando no processo inflamatório da tuberculose”, contou a pesquisadora.
A partir daí, o grupo passou a investigar se a substância mataria a bactéria causadora da doença. “Vimos que sim”, contou Maria das Graças. Para chegar a esse resultado, os pesquisadores administraram doses por via oral da substância em camundongos e coletaram o material do pulmão dos animais para então fazer um teste bacteriológico.
A equipe pretende, até o fim de 2010, finalizar o dossiê pré-clinico e, então, pedir autorização para começar os testes em humanos, divididos em fase 1 (em torno de 20 voluntários sadios), fase 2 (pacientes geralmente adultos jovens) e fase 3 (testes em centros médicos).
O problema é a resistência existente em relação a fitoterápicos no tratamento da tuberculose. “Tem de haver um controle rígido da matéria-prima. Pode haver mudança na quantidade de matéria-prima presente em cada planta. Muitas vezes, a quantidade da substância que encontramos em uma planta de uma determinada região não é a mesma que encontramos em outra região. As condições climáticas e do ambiente influem e por isso nem se pensa em fitoterápicos para tratamento da tuberculose”, explicou a pesquisadora.
Ela lembra que medicamentos para a tuberculose têm que ser baratos, já que a doença atinge principalmente a população de baixa renda. No Brasil, o controle é feito pelo governo federal, que distribui medicamentos gratuitamente pela rede pública.
A saída para driblar os obstáculos e tornar o medicamento economicamente viável seria encontrar uma maneira de isolar a substância ativa ou de sintetizá-la. “Fitomedicamentos são usados para o câncer, por exemplo, mas são caros. Para a tuberculose, a situação tem que ser diferente, mesmo porque até os testes clínicos são mais difíceis de serem feitos no caso dessa doença, já que temos que rastrear o paciente por meses”, disse Maria das Graças.
“Financiar a parte clínica exige alto investimento, infraestrutura e grande conhecimento técnico”, ressaltou. Por estar um pouco mais adiantada em termos de viabilidade, uma outra substância vem sendo pesquisada por sua equipe, também visando ao tratamento da tuberculose: a chalmugra.
Utilizada na primeira metade do século 20 contra a hanseníase – doença provocada por bactérias da mesma família do bacilo de Koch – a chalmugra, planta da Mata Atlântica, apresentou atividade antibacteriana promissora nos testes realizados.
“Começamos a trabalhar com a chalmugra (Carpotroche brasiliensis) em um resgate histórico e confirmamos sua ação antibacteriana”, disse a bióloga Fátima Vergara, integrante da equipe responsável pelos estudos.
Fonte:

Agência FAPESP – A tuberculose figura no rol das chamadas doenças negligenciadas, ainda que um terço da população mundial esteja infectada pelo bacilo de Koch, seu agente causador, e que a doença mate quase 2 milhões de pessoas anualmente.

Após mais de 50 anos sem o surgimento de novas drogas contra a tuberculose, uma substância extraída do óleo da copaíba (Copaifera sp), planta originária da Amazônia, poderá vir a ser a base de um fitomedicamento a ser usado no tratamento da doença.

O princípio ativo, identificado e isolado, mostrou ser eficaz e apresentou atividade antibacteriana em testes in vitro – feitos em macrófagos (células que fagocitam elementos estranhos ao corpo) infectados – e in vivo, em camundongos.

O estudo, conduzido pela equipe de Maria das Graças Henriques, do Laboratório de Farmacologia Aplicada do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) da Fundação Oswaldo Cruz, encontra-se na etapa chamada de toxicologia aguda. O trabalho é feito em parceria com pesquisadores do Departamento de Farmácia da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto.

Reconhecida como planta medicinal, a copaíba começou a ser pesquisada por sua ação anti-inflamatória. “Isolamos um dos princípios presentes e vimos que ele tinha atividade contra a tuberculose. Fizemos isso por curiosidade, uma vez que estávamos pensando no processo inflamatório da tuberculose”, contou a pesquisadora.

A partir daí, o grupo passou a investigar se a substância mataria a bactéria causadora da doença. “Vimos que sim”, contou Maria das Graças. Para chegar a esse resultado, os pesquisadores administraram doses por via oral da substância em camundongos e coletaram o material do pulmão dos animais para então fazer um teste bacteriológico.

A equipe pretende, até o fim de 2010, finalizar o dossiê pré-clinico e, então, pedir autorização para começar os testes em humanos, divididos em fase 1 (em torno de 20 voluntários sadios), fase 2 (pacientes geralmente adultos jovens) e fase 3 (testes em centros médicos).

O problema é a resistência existente em relação a fitoterápicos no tratamento da tuberculose. “Tem de haver um controle rígido da matéria-prima. Pode haver mudança na quantidade de matéria-prima presente em cada planta. Muitas vezes, a quantidade da substância que encontramos em uma planta de uma determinada região não é a mesma que encontramos em outra região. As condições climáticas e do ambiente influem e por isso nem se pensa em fitoterápicos para tratamento da tuberculose”, explicou a pesquisadora.

Ela lembra que medicamentos para a tuberculose têm que ser baratos, já que a doença atinge principalmente a população de baixa renda. No Brasil, o controle é feito pelo governo federal, que distribui medicamentos gratuitamente pela rede pública.

A saída para driblar os obstáculos e tornar o medicamento economicamente viável seria encontrar uma maneira de isolar a substância ativa ou de sintetizá-la. “Fitomedicamentos são usados para o câncer, por exemplo, mas são caros. Para a tuberculose, a situação tem que ser diferente, mesmo porque até os testes clínicos são mais difíceis de serem feitos no caso dessa doença, já que temos que rastrear o paciente por meses”, disse Maria das Graças.

“Financiar a parte clínica exige alto investimento, infraestrutura e grande conhecimento técnico”, ressaltou. Por estar um pouco mais adiantada em termos de viabilidade, uma outra substância vem sendo pesquisada por sua equipe, também visando ao tratamento da tuberculose: a chalmugra.

Utilizada na primeira metade do século 20 contra a hanseníase – doença provocada por bactérias da mesma família do bacilo de Koch – a chalmugra, planta da Mata Atlântica, apresentou atividade antibacteriana promissora nos testes realizados.

“Começamos a trabalhar com a chalmugra (Carpotroche brasiliensis) em um resgate histórico e confirmamos sua ação antibacteriana”, disse a bióloga Fátima Vergara, integrante da equipe responsável pelos estudos.

Fonte: Enfermagem Atualizada

A importância da humanização do cuidar como dimensão da atenção à saúde

fevereiro 3rd, 2012 por admin No comments »
Danielle Monteiro Cuidar é um conceito que tem diversas definições. No campo da medicina, significa mais do que tratar a doença. É também dialogar, motivar e tratar cada paciente como um todo, considerando o conjunto de suas necessidades e peculiaridades. E é sobre esse “cenário do cuidar” que discorrem os docentes Luiz Antonio Santos, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, e Lina Faria, da Universidade Gama Filho, em artigo publicado na revista História, Ciências, Saúde – Manguinhos da Fiocruz. No artigo, além de apontar alguns problemas na organização social do cuidar, os estudiosos propõem a humanização do cuidado como meta presente na atividade do profissional de saúde. “A força da medicina humanizada e integral dependerá, no futuro próximo, da capacidade dos profissionais médicos de alcançar o cuidar do doente, e não apenas da doença, como valor primordial para a atenção no processo saúde/doença”, ressaltam. Para os estudiosos, na relação do fisioterapeuta com o paciente e demais profissionais é imprescindível que as práticas ou tecnologias empregadas venham acompanhadas do contato com o paciente, através da empatia, compreensão e escuta, no seu processo de reabilitação Segundo os estudiosos, a perda de prestígio do clínico e a imposição do mundo da técnica e do fazer impessoal aos profissionais de saúde têm provocado o distanciamento entre eles e seus pacientes, prejudicando a adoção de uma medicina integral e humanizada. O artigo aponta que, embora esteja perdendo espaço no mundo atual, o toque humano contribui efetivamente para a cura do paciente, como relatado nos casos de Aids nos anos 80. “Os depoimentos de doentes terminais expressavam justamente o apreço pela ‘mão que cuida’ das equipes de enfermagem e visitadoras voluntárias, que marcavam sua presença de um modo diferente da equipe médica e de especialistas”, relatam os estudiosos. A relação hierárquica entre profissionais no mundo do trabalho, principalmente nos grandes complexos hospitalares, também contribui para a falta de envolvimento com o paciente, conforme indica o artigo. “Cabe-nos refletir sobre a dualidade constitutiva da formação do campo da enfermagem. Tudo indica que a separação entre o auxiliar que cuida e o enfermeiro que administra ou exerce posições de chefia terá de ser reavaliada”, advertem os estudiosos. “A manutenção do vínculo direto entre enfermagem e pacientes está em questão e não pode ser perdida ou se perderá com ela o compromisso com valores comuns, como o apreço pelo toque humano, o sentido de respeito, confiança e obrigação moral que deve prevalecer no interior da enfermagem e da profissão médica”, alertam. Para a superação do dilema entre gestão e cuidado, os estudiosos enfatizam a necessidade de debates que proponham caminhos alternativos e que ocorram, sobretudo, em cursos de formação de profissionais. “O cuidado tem sido por não poucos, particularmente pelos alunos, avaliado como atividade menor diante da atividade supostamente superior da gestão hospitalar ou da gestão de recursos humanos de saúde”, revelam. Uma área da saúde que se consolida Qual seria o papel da fisioterapia nesse cenário do cuidar? Por meio da prevenção e assistência à comunidade, o fisioterapeuta atua criando condições de qualidade de vida. E o cuidado, por meio do toque, está presente em todos os níveis de aplicação de medidas preventivas na fisioterapia. São essas atribuições que, segundo os estudiosos, fazem com que essa área desempenhe papel fundamental no complexo campo das profissões do cuidar. “A fisioterapia pode colaborar ativamente com as demais profissões da atenção à saúde: o fisioterapeuta necessita estar junto ao paciente para que este supere a perda de movimento, para fazer (res)surgir nele a motivação para realizar tarefas e minimizar suas limitações”, argumentam. Para os estudiosos, na relação do fisioterapeuta com o paciente e demais profissionais é imprescindível que as práticas ou tecnologias empregadas venham acompanhadas do contato com o paciente, através da empatia, compreensão e escuta, no seu processo de reabilitação. “O olhar do profissional de saúde deve ser totalizante, buscando uma assistência que procura ir além da doença e da técnica”, destacam. Para isso, é necessária uma reflexão do fisioterapeuta quanto a seu papel na organização do cuidar. “Cabe a ele o desafio de redirecionar sua própria prática e compreender a dimensão social de sua atuação, para capacitar-se como um profissional de saúde de forma mais global”, propõem. O artigo revela que, embora cada vez mais reconhecido como ator importante nos serviços de saúde, o fisioterapeuta ainda encontra obstáculos para sua contribuição à saúde da população. Um deles é a deficiência de cursos de formação com disciplinas que configurem um padrão universalista, permitindo ao profissional a capacitação tanto para o atendimento hospitalar como para um trabalho em um centro ou posto de saúde. “Poucos cursos visam a uma atuação profissional socialmente significativa, com enfoque na necessidade de saúde das pessoas e na dignidade humana. Os fisioterapeutas encontram-se diante do desafio de lutar por práticas docentes que atendam a uma formação mais crítica, reflexiva, voltada para a mudança social de paradigmas de assistência à comunidade”, afirmam os estudiosos. No caminho para uma atuação mais socialmente significativa, a humanização do cuidar não é o único desafio de profissões tradicionais, como a enfermagem, e emergentes, como a fisioterapia. “Essas áreas também têm pela frente a produção de autoconhecimento, a compreensão de suas próprias possibilidades no campo do saber aplicado, além da produção de conhecimentos adequados às necessidades de uma população em constante transformação social, cultural e comportamental”, concluem os estudiosos.
Fonte: Enfermagem Atualizada

Danielle Monteiro Cuidar é um conceito que tem diversas definições. No campo da medicina, significa mais do que tratar a doença. É também dialogar, motivar e tratar cada paciente como um todo, considerando o conjunto de suas necessidades e peculiaridades. E é sobre esse “cenário do cuidar” que discorrem os docentes Luiz Antonio Santos, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, e Lina Faria, da Universidade Gama Filho, em artigo publicado na revista História, Ciências, Saúde – Manguinhos da Fiocruz. No artigo, além de apontar alguns problemas na organização social do cuidar, os estudiosos propõem a humanização do cuidado como meta presente na atividade do profissional de saúde. “A força da medicina humanizada e integral dependerá, no futuro próximo, da capacidade dos profissionais médicos de alcançar o cuidar do doente, e não apenas da doença, como valor primordial para a atenção no processo saúde/doença”, ressaltam. Para os estudiosos, na relação do fisioterapeuta com o paciente e demais profissionais é imprescindível que as práticas ou tecnologias empregadas venham acompanhadas do contato com o paciente, através da empatia, compreensão e escuta, no seu processo de reabilitação Segundo os estudiosos, a perda de prestígio do clínico e a imposição do mundo da técnica e do fazer impessoal aos profissionais de saúde têm provocado o distanciamento entre eles e seus pacientes, prejudicando a adoção de uma medicina integral e humanizada. O artigo aponta que, embora esteja perdendo espaço no mundo atual, o toque humano contribui efetivamente para a cura do paciente, como relatado nos casos de Aids nos anos 80. “Os depoimentos de doentes terminais expressavam justamente o apreço pela ‘mão que cuida’ das equipes de enfermagem e visitadoras voluntárias, que marcavam sua presença de um modo diferente da equipe médica e de especialistas”, relatam os estudiosos. A relação hierárquica entre profissionais no mundo do trabalho, principalmente nos grandes complexos hospitalares, também contribui para a falta de envolvimento com o paciente, conforme indica o artigo. “Cabe-nos refletir sobre a dualidade constitutiva da formação do campo da enfermagem. Tudo indica que a separação entre o auxiliar que cuida e o enfermeiro que administra ou exerce posições de chefia terá de ser reavaliada”, advertem os estudiosos. “A manutenção do vínculo direto entre enfermagem e pacientes está em questão e não pode ser perdida ou se perderá com ela o compromisso com valores comuns, como o apreço pelo toque humano, o sentido de respeito, confiança e obrigação moral que deve prevalecer no interior da enfermagem e da profissão médica”, alertam. Para a superação do dilema entre gestão e cuidado, os estudiosos enfatizam a necessidade de debates que proponham caminhos alternativos e que ocorram, sobretudo, em cursos de formação de profissionais. “O cuidado tem sido por não poucos, particularmente pelos alunos, avaliado como atividade menor diante da atividade supostamente superior da gestão hospitalar ou da gestão de recursos humanos de saúde”, revelam. Uma área da saúde que se consolida Qual seria o papel da fisioterapia nesse cenário do cuidar? Por meio da prevenção e assistência à comunidade, o fisioterapeuta atua criando condições de qualidade de vida. E o cuidado, por meio do toque, está presente em todos os níveis de aplicação de medidas preventivas na fisioterapia. São essas atribuições que, segundo os estudiosos, fazem com que essa área desempenhe papel fundamental no complexo campo das profissões do cuidar. “A fisioterapia pode colaborar ativamente com as demais profissões da atenção à saúde: o fisioterapeuta necessita estar junto ao paciente para que este supere a perda de movimento, para fazer (res)surgir nele a motivação para realizar tarefas e minimizar suas limitações”, argumentam. Para os estudiosos, na relação do fisioterapeuta com o paciente e demais profissionais é imprescindível que as práticas ou tecnologias empregadas venham acompanhadas do contato com o paciente, através da empatia, compreensão e escuta, no seu processo de reabilitação. “O olhar do profissional de saúde deve ser totalizante, buscando uma assistência que procura ir além da doença e da técnica”, destacam. Para isso, é necessária uma reflexão do fisioterapeuta quanto a seu papel na organização do cuidar. “Cabe a ele o desafio de redirecionar sua própria prática e compreender a dimensão social de sua atuação, para capacitar-se como um profissional de saúde de forma mais global”, propõem. O artigo revela que, embora cada vez mais reconhecido como ator importante nos serviços de saúde, o fisioterapeuta ainda encontra obstáculos para sua contribuição à saúde da população. Um deles é a deficiência de cursos de formação com disciplinas que configurem um padrão universalista, permitindo ao profissional a capacitação tanto para o atendimento hospitalar como para um trabalho em um centro ou posto de saúde. “Poucos cursos visam a uma atuação profissional socialmente significativa, com enfoque na necessidade de saúde das pessoas e na dignidade humana. Os fisioterapeutas encontram-se diante do desafio de lutar por práticas docentes que atendam a uma formação mais crítica, reflexiva, voltada para a mudança social de paradigmas de assistência à comunidade”, afirmam os estudiosos. No caminho para uma atuação mais socialmente significativa, a humanização do cuidar não é o único desafio de profissões tradicionais, como a enfermagem, e emergentes, como a fisioterapia. “Essas áreas também têm pela frente a produção de autoconhecimento, a compreensão de suas próprias possibilidades no campo do saber aplicado, além da produção de conhecimentos adequados às necessidades de uma população em constante transformação social, cultural e comportamental”, concluem os estudiosos.

Fonte: Enfermagem Atualizada

Assistência segura em Comunidades Terapêuticas requer presença de Enfermeiro

fevereiro 2nd, 2012 por admin No comments »
Parecer do COREN-RS define necessidade da atuação do profissional e reafirma mercado de trabalho na área
Comunidades Terapêuticas de álcool e drogas devem contar com Enfermeiro Responsável Técnico, Regimento do Serviço de Enfermagem e Manual de Normas Técnicas para prestar assistência qualificada e eficaz ao paciente. A necessidade foi emitida em recente parecer do Conselho Regional de Enfermagem do Rio Grande do Sul (COREN-RS) e reafirma o mercado de trabalho destinado aos profissionais da Enfermagem nessa área.
Conforme a Autarquia gaúcha, a assistência de Enfermagem em Comunidades Terapêuticas faz parte do processo de recuperação e reinserção social do usuário de substâncias psicoativas. “A avaliação do estado de saúde da pessoa em recuperação numa comunidade faz parte das atividades de Enfermagem e o Enfermeiro tem competência técnica e legal para monitorar e detectar possíveis alterações do estado clínico e psicossocial do indivíduo”, sustenta o parecer técnico. Nestes locais, o Enfermeiro deverá atuar na avaliação clínica do paciente, na administração de medicamentos e no acompanhamento de sua evolução.
O parecer do COREN-RS pode ser conferido na íntegra no link < Profissional – Pareceres > no site da Autarquia www.portalcoren-rs.gov.br. O documento foi emitido após consulta de inscrito encaminhada ao Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e direcionada ao Conselho Regional gaúcho.
O COREN-RS representa os interesses de aproximadamente 130 mil profissionais que atuam na Enfermagem no Estado; um grupo formado por Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem. Sancionada em 1973, pela Lei nº 5.905, a Autarquia tem como atribuições fiscalizar o exercício da profissão, informar a categoria sobre direitos e deveres na realização da atividade e promover palestras e treinamentos para capacitação profissional. Além disso, o Conselho desenvolve ações sociais em benefício da comunidade. Com sede localizada em Porto Alegre, a entidade conta também com subseções estrategicamente distribuídas pelo Estado nas cidades de Caxias do Sul, Passo Fundo, Pelotas, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santa Rosa e Uruguaiana, além do escritório regional no Litoral Norte instalado em Capão da Canoa.
Fonte: AMB

Parecer do COREN-RS define necessidade da atuação do profissional e reafirma mercado de trabalho na área

Comunidades Terapêuticas de álcool e drogas devem contar com Enfermeiro Responsável Técnico, Regimento do Serviço de Enfermagem e Manual de Normas Técnicas para prestar assistência qualificada e eficaz ao paciente. A necessidade foi emitida em recente parecer do Conselho Regional de Enfermagem do Rio Grande do Sul (COREN-RS) e reafirma o mercado de trabalho destinado aos profissionais da Enfermagem nessa área.

Conforme a Autarquia gaúcha, a assistência de Enfermagem em Comunidades Terapêuticas faz parte do processo de recuperação e reinserção social do usuário de substâncias psicoativas. “A avaliação do estado de saúde da pessoa em recuperação numa comunidade faz parte das atividades de Enfermagem e o Enfermeiro tem competência técnica e legal para monitorar e detectar possíveis alterações do estado clínico e psicossocial do indivíduo”, sustenta o parecer técnico. Nestes locais, o Enfermeiro deverá atuar na avaliação clínica do paciente, na administração de medicamentos e no acompanhamento de sua evolução.

O parecer do COREN-RS pode ser conferido na íntegra no link < Profissional – Pareceres > no site da Autarquia www.portalcoren-rs.gov.br. O documento foi emitido após consulta de inscrito encaminhada ao Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e direcionada ao Conselho Regional gaúcho.

O COREN-RS representa os interesses de aproximadamente 130 mil profissionais que atuam na Enfermagem no Estado; um grupo formado por Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem. Sancionada em 1973, pela Lei nº 5.905, a Autarquia tem como atribuições fiscalizar o exercício da profissão, informar a categoria sobre direitos e deveres na realização da atividade e promover palestras e treinamentos para capacitação profissional. Além disso, o Conselho desenvolve ações sociais em benefício da comunidade. Com sede localizada em Porto Alegre, a entidade conta também com subseções estrategicamente distribuídas pelo Estado nas cidades de Caxias do Sul, Passo Fundo, Pelotas, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santa Rosa e Uruguaiana, além do escritório regional no Litoral Norte instalado em Capão da Canoa.

Fonte: Enfermagem Atualizada

Estoque de sangue O positivo e O negativo está muito baixo no Hemocentro de Botucatu

fevereiro 1st, 2012 por admin No comments »

O Hemocentro de Botucatu, precisa, urgentemente, de doadores. Independentemente da tipagem sanguínea, quem quiser e puder colaborar será bem vindo, já que os estoques estão muito abaixo do recomendado.
Nesta segunda-feira, 30 de janeiro, estavam com a quantidade de bolsas de sangue abaixo do recomendado os tipos O positivo e O negativo. O ideal seria que houvesse, pelo menos, 50 unidades armazenadas desses e de outros tipos sanguíneos para utilização em cirurgias.
Raro – O sangue O negativo é o que pode ser usado em qualquer doente, mas, ironicamente, é o que mais dificilmente é encontrado na população. Além disso, pessoas com essa tipagem só podem receber sangue com as mesmas características.
O horário de funcionamento do Hemocentro é de segunda-feira a sexta-feira, das 8 às 16h30. Aos sábados, das 7 às 13 horas. Doadores de todas as tipagens sanguíneas são bem vindos. O telefone para mais informações é (14) 3811-6041// 3811- 6234.
Condições para doar:
-  gozar de boa saúde;
-  Você deve ter mais de 18 e menos de 60 anos;
- Seu peso deve ser superior a 50 kg;
- Se homem, deve ter doado há mais de 60 dias;
- Se mulher deve ter doado há mais de 90 dias; não estar grávida; não estar amamentando; já terem se passado pelo menos 3 meses de parto ou aborto;
-  ter dormido no mínimo 6 horas na noite anterior à doação;
-  não ter ingerido álcool nas últimas 24 horas;
- não estar em jejum e ter ingerido alimentos leves e sem gordura antes da doação (ex: frutas, suco, leite desnatado, etc).
Fonte: Enfermagem Atualizada

O Hemocentro de Botucatu, precisa, urgentemente, de doadores. Independentemente da tipagem sanguínea, quem quiser e puder colaborar será bem vindo, já que os estoques estão muito abaixo do recomendado.

Nesta segunda-feira, 30 de janeiro, estavam com a quantidade de bolsas de sangue abaixo do recomendado os tipos O positivo e O negativo. O ideal seria que houvesse, pelo menos, 50 unidades armazenadas desses e de outros tipos sanguíneos para utilização em cirurgias.

Raro – O sangue O negativo é o que pode ser usado em qualquer doente, mas, ironicamente, é o que mais dificilmente é encontrado na população. Além disso, pessoas com essa tipagem só podem receber sangue com as mesmas características.

O horário de funcionamento do Hemocentro é de segunda-feira a sexta-feira, das 8 às 16h30. Aos sábados, das 7 às 13 horas. Doadores de todas as tipagens sanguíneas são bem vindos. O telefone para mais informações é (14) 3811-6041// 3811- 6234.

Condições para doar:

-  gozar de boa saúde;

-  Você deve ter mais de 18 e menos de 60 anos;

- Seu peso deve ser superior a 50 kg;

- Se homem, deve ter doado há mais de 60 dias;

- Se mulher deve ter doado há mais de 90 dias; não estar grávida; não estar amamentando; já terem se passado pelo menos 3 meses de parto ou aborto;

-  ter dormido no mínimo 6 horas na noite anterior à doação;

-  não ter ingerido álcool nas últimas 24 horas;

- não estar em jejum e ter ingerido alimentos leves e sem gordura antes da doação (ex: frutas, suco, leite desnatado, etc).

Fonte: Enfermagem Atualizada

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